Dívida externa do Brasil.
O estoque, a evolução e o contexto.
Valores oficiais do Banco Central, sem estimativas de candidatos. O aumento nominal registrado entre o fim de 2022 e o segundo trimestre de 2026 é apresentado juntamente com a participação no PIB.
Maior estoque nominal em dólares entre os 98 trimestres desta série (2002–2026).
O que mudou desde 2022?
Comparação de dois estoques trimestrais, não de médias de mandatos. O último trimestre disponível na base é o 2º de 2026.
98 trimestres, três perspectivas.
A série ampliada é a principal; a restrita e a relação com o PIB são medidas diferentes.
Dívida externa ampliada
De US$ 679,4 bi no fim de 2022 para US$ 869,5 bi no 2º trimestre de 2026.
+28,0%Maior valor da série selecionada: US$ 869,5 bi, observado em 2º tri. 2026.A SGS 25563 soma o conceito restrito com operações intercompanhia e títulos domésticos detidos por não residentes, incluindo passivos públicos e privados.
Estoque e capacidade externa.
Medidas distintas, cada uma com fonte e unidade próprias.
Reservas internacionais são ativos do Banco Central, não uma subtração automática da dívida externa bruta para calcular dívida líquida. As variações da dívida podem envolver governo, empresas privadas, câmbio e outros fatores.
Todos os valores por trimestre.
Mesmos pontos do gráfico, em formato tabular. Os valores são apresentados em US$ bilhões e a relação com o PIB, em percentual.
| Trimestre | Ampliada | Restrita | Ampliada/PIB |
|---|---|---|---|
| 2022T3 | US$ 662,1 bi | US$ 318,9 bi | 35,36% |
| 2022T4 | US$ 679,4 bi | US$ 319,6 bi | 34,81% |
| 2023T1 | US$ 697,5 bi | US$ 321,3 bi | 34,83% |
| 2023T2 | US$ 716,2 bi | US$ 332,3 bi | 35,07% |
| 2023T3 | US$ 716,2 bi | US$ 330,4 bi | 33,87% |
| 2023T4 | US$ 731,5 bi | US$ 342,1 bi | 33,39% |
| 2024T1 | US$ 748,8 bi | US$ 353,7 bi | 33,25% |
| 2024T2 | US$ 740,2 bi | US$ 359,6 bi | 32,71% |
| 2024T3 | US$ 766,6 bi | US$ 375,4 bi | 34,24% |
| 2024T4 | US$ 717,9 bi | US$ 346,6 bi | 32,86% |
| 2025T1 | US$ 745,8 bi | US$ 362,1 bi | 34,77% |
| 2025T2 | US$ 766,9 bi | US$ 363,2 bi | 35,72% |
| 2025T3 | US$ 804,2 bi | US$ 379,0 bi | 36,59% |
| 2025T4 | US$ 819,5 bi | US$ 386,1 bi | 35,93% |
| 2026T1 | US$ 855,6 bi | US$ 401,2 bi | 35,92% |
| 2026T2 | US$ 869,5 bi | US$ 407,1 bi | 34,83% |
Cada medida tem uma fonte.
Como interpretar
- O aumento é observado: US$ 190,1 bilhões no conceito ampliado desde 2022T4 até 2026T2, crescimento de 28,0% em dólares.
- O máximo é nominal e delimitado: maior valor na série trimestral ampliada consultada de 2002 até 2026T2; não um recorde de dívida pública federal.
- PIB e reservas trazem contexto: não negam o aumento nem, isoladamente, determinam sustentabilidade ou insolvência.
- Responsabilidade causal não é automática: a dívida ampliada inclui empresas privadas; mudanças observadas durante um governo não provam que todas foram causadas por ele.
- Data e revisão: os dados são um snapshot consultado em 14/10/2026, não números atualizados em tempo real. O ano de 2026 continua em andamento.