PRISMA HISTÓRICO / CONTAS EXTERNAS

Dívida externa do Brasil.
O estoque, a evolução e o contexto.

Valores oficiais do Banco Central, sem estimativas de candidatos. O aumento nominal registrado entre o fim de 2022 e o segundo trimestre de 2026 é apresentado juntamente com a participação no PIB.

DÍVIDA EXTERNA AMPLIADA • 2º TRI. 2026US$ 869,5 bi+28,0% desde o fim de 2022

Maior estoque nominal em dólares entre os 98 trimestres desta série (2002–2026).

01 / COMPARAÇÃO DOS ESTOQUES

O que mudou desde 2022?

Comparação de dois estoques trimestrais, não de médias de mandatos. O último trimestre disponível na base é o 2º de 2026.

FIM DE 2022US$ 679,4 bi4º trimestre de 2022
2º TRIMESTRE DE 2026US$ 869,5 biEstoque nominal ampliado
VARIAÇÃO NOMINAL+190,1 bi+27,98% em dólares
02 / VISUALIZAÇÃO INTERATIVA

98 trimestres, três perspectivas.

A série ampliada é a principal; a restrita e a relação com o PIB são medidas diferentes.

Dívida externa ampliada

De US$ 679,4 bi no fim de 2022 para US$ 869,5 bi no 2º trimestre de 2026.

+28,0%Maior valor da série selecionada: US$ 869,5 bi, observado em 2º tri. 2026.
01803605407209004º tri. 20222º tri. 202620022007201220172022US$ bilhões

A SGS 25563 soma o conceito restrito com operações intercompanhia e títulos domésticos detidos por não residentes, incluindo passivos públicos e privados.

03 / CONTEXTO ECONÔMICO

Estoque e capacidade externa.

Medidas distintas, cada uma com fonte e unidade próprias.

DÍVIDA AMPLIADA / PIB34,81% 34,83%2022T4 → 2026T2. Variação de +0,02 p.p.
RESERVAS INTERNACIONAISUS$ 324,7 bi US$ 367,6 bi30/12/2022 → 30/06/2026. Conceito caixa.

Reservas internacionais são ativos do Banco Central, não uma subtração automática da dívida externa bruta para calcular dívida líquida. As variações da dívida podem envolver governo, empresas privadas, câmbio e outros fatores.

04 / DADOS AUDITÁVEIS

Todos os valores por trimestre.

Mesmos pontos do gráfico, em formato tabular. Os valores são apresentados em US$ bilhões e a relação com o PIB, em percentual.

Dívida externa ampliada e restrita, relação dívida/PIB e período, Banco Central
TrimestreAmpliadaRestritaAmpliada/PIB
2022T3US$ 662,1 biUS$ 318,9 bi35,36%
2022T4US$ 679,4 biUS$ 319,6 bi34,81%
2023T1US$ 697,5 biUS$ 321,3 bi34,83%
2023T2US$ 716,2 biUS$ 332,3 bi35,07%
2023T3US$ 716,2 biUS$ 330,4 bi33,87%
2023T4US$ 731,5 biUS$ 342,1 bi33,39%
2024T1US$ 748,8 biUS$ 353,7 bi33,25%
2024T2US$ 740,2 biUS$ 359,6 bi32,71%
2024T3US$ 766,6 biUS$ 375,4 bi34,24%
2024T4US$ 717,9 biUS$ 346,6 bi32,86%
2025T1US$ 745,8 biUS$ 362,1 bi34,77%
2025T2US$ 766,9 biUS$ 363,2 bi35,72%
2025T3US$ 804,2 biUS$ 379,0 bi36,59%
2025T4US$ 819,5 biUS$ 386,1 bi35,93%
2026T1US$ 855,6 biUS$ 401,2 bi35,92%
2026T2US$ 869,5 biUS$ 407,1 bi34,83%
05 / ORIGEM E LIMITES

Cada medida tem uma fonte.

Como interpretar

  • O aumento é observado: US$ 190,1 bilhões no conceito ampliado desde 2022T4 até 2026T2, crescimento de 28,0% em dólares.
  • O máximo é nominal e delimitado: maior valor na série trimestral ampliada consultada de 2002 até 2026T2; não um recorde de dívida pública federal.
  • PIB e reservas trazem contexto: não negam o aumento nem, isoladamente, determinam sustentabilidade ou insolvência.
  • Responsabilidade causal não é automática: a dívida ampliada inclui empresas privadas; mudanças observadas durante um governo não provam que todas foram causadas por ele.
  • Data e revisão: os dados são um snapshot consultado em 14/10/2026, não números atualizados em tempo real. O ano de 2026 continua em andamento.
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